quinta-feira, 26 de maio de 2011
Salmo 22 - Quando o Rei se Faz Servo
Salmo 21 - Ações que nos Levam a Agradecer
sábado, 21 de maio de 2011
Salmo 20 - Tempo de Oração em Tempos de Crise
Salmo 19 - A Grandeza da Revelação de Deus
sexta-feira, 20 de maio de 2011
sábado, 14 de maio de 2011
Yom Hazikaron
Yom Ha'atzmaut ( hebraico : יום העצמאות yom ha-'aṣmā'ūṯ ) é o Dia da Independência de Israel, que comemora sua declaração de independência no ano 1948.Comemorado anualmente no dia 5 do mês judaico de Iyar, que gira em torno da declaração do estado de Israel por David Ben Gurion, o primeiro chefe de estado, em Tel Aviv no dia 14 de maio de 1948( 5 Iyar, ano de 5708 ), e marca também o fim do Mandato Britânico da Palestina.É sempre precedido pelo Yom Hazikaron, que lembra a memória dos soldados israelenses e das vítimas do terrorismo no dia 4 de Iyar.
As cadeiras vieram emprestadas de cafés vizinhos. Os microfones, de um empório musical. Dois carpinteiros chamados às pressas ergueram o palco de madeira em tempo recorde. Um retrato do pioneiro sionista Theodor Herzl foi colocado em posição de destaque no salão principal, ladeado por duas bandeiras gigantes com a estrela de Davi (símbolo ancestral do povo judeu), lavadas e passadas de forma expedita para a ocasião. Em um piscar de olhos, o Museu Nacional de Tel-Aviv transformou-se para sediar uma cerimônia aguardada pelos hebreus há exatos 1.878 anos – desde que a destruição do Segundo Templo pelos romanos, em 70 d.C., acabou com a soberania dos judeus em Jerusalém e deu início à segunda diáspora dos seguidores de Isaac. No compromisso deste 14 de maio de 1948, porém, a história seria finalmente reescrita: a terra prometida estava voltando às mãos dos judeus.
Os convites para a reunião, marcada para as 16 horas, foram impressos na véspera e distribuídos apenas na manhã do dia do evento, com um pedido de segredo aos cerca de 250 convidados para evitar qualquer interferência externa. Entre os locais, porém, foi impossível segurar a alvissareira notícia, que rapidamente se espalhou por Tel-Aviv e levou, já por volta do meio-dia, uma multidão a cercar o local da congregação. De qualquer forma, poucas horas depois de o mandato britânico na Palestina ter se encerrado, sem maiores sobressaltos, em uma cerimônia célere, demarcada pelas firmes batidas do martelo de nogueira de David Ben-Gurion, presidente do Conselho Provisório de Estado sionista, a criação da nação judaica na Palestina – o estado de Israel – foi solenemente anunciada aos quatro ventos.
Lida por Ben-Gurion e assinada pelos 24 dos 37 membros da assembléia presentes ao histórico evento, a declaração de independência do mais novo país do globo buscou no passado histórico e no presente político as bases morais e legais para sua fundação. O documento notificava que a Terra de Israel era o local de nascimento do povo judeu e que o movimento sionista era testemunho do papel representado pela Palestina em sua história e religião. Dizia também que a declaração de Balfour e a partilha das Nações Unidas, além do sacrifício dos pioneiros sionistas e da tormenta sofrida com o Holocausto, davam aos judeus o direito inalienável de estabelecer seu estado no Oriente Médio. A cerimônia, transmitida pela Kol Yisrael, "a voz de Israel", tornada rádio oficial do novo estado sionista, provocou uma explosão incontida na população hebraica em todos os rincões da Palestina. Enquanto dentro do Museu Nacional de Tel-Aviv o público, emocionado, entoava a plenos pulmões a Hatikvah (tradicional canção judaica que celebra a esperança), do lado de fora do recinto, assim como em diversas cidades da nova nação – à exceção de Jerusalém, que se encontrava sem eletricidade –, populares ganhavam as ruas para congratular-se uns aos outros.
(Artigo escrito pela Revista Veja Maio de 1948)
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Salmo 18 - O Dia da Libertação Que Vem do Senhor
Recentemente, em uma disputa presidencial em nosso País, alguns candidatos, desejosos de angariar votos entre os evangélicos, foram a diversas igrejas, leram textos bíblicos, falaram sobre religião e até oraram. Quem os via tinha a impressão de que eram servos do Senhor de longa data e tinham, na pessoa de Deus, seu interesse primário em termos de obediência. Entretanto, as eleições aconteceram e definiram-se o vencedor e o perdedor. Ambos agradeceram, de público, a seus partidos, seus eleitores, seus cabos eleitorais e até seus secretários particulares, mas não deram qualquer palavra de agradecimento a Deus. O Senhor foi apenas um pretexto, durante breve tempo, para se fazer campanha entre certo grupo de eleitores. Nem mesmo quem saiu vitorioso deu uma palavra de reconhecimento àquele que institui as autoridades (Rm 13.1) e escolhe o líder a quem quer revestir de poder (Dn 4.17,25).Salmo 17 - A Busca de Uma Justiça Superior
Um episódio marcante na história americana foi o julgamento, no século 19, envolvendo os “passageiros” do navio L’Amistad (“A amizade”, em espanhol). Eram escravos provenientes da África cujo destino era serem vendidos em Cuba. Liderados em um motim por Cinque, 53 escravos mataram quase toda a tripulação e obrigaram dois sobreviventes a levá-los de volta à África. Desconhecedores de princípios de navegação, não perceberam que foram, na verdade, conduzidos à costa dos Estados Unidos, onde, em agosto de 1839, a guarda costeira os deteve. Foram levados a um tribunal, acusados de homicídio, enquanto os sobreviventes da tripulação, a coroa espanhola e oficiais americanos reclamavam a posse dos escravos a fim de vendê-los. As coisas se complicam ainda mais à medida que as eleições presidenciais se aproximavam e ameaçam afetar o resultado do julgamento com motivações políticas.




