FESTA DE HANUKKAH
Há dois tipos de milagres evidentes nos escritos bíblicos. Em primeiro lugar, o mais óbvio, a intervenção miraculosa de D-us, nas circunstâncias do homem, onde as leis naturais são soberanamente invalidadas, e o segundo, que é o milagre menos óbvio ou “oculto”. O último é menos óbvio porque segue uma série de eventos “naturais”, e os homens, de modo freqüente e com sucesso, tentam explicá-los atribuindo-lhes causas naturais. Quando celebramos Hannukah, lembramos de como ocorreram ambos os tipos de milagres no devido tempo original, e como eles ainda nos afetam hoje.
OS DOIS MILAGRES
No tempo da revolta hasmoneana dos Macabeus contra as forças seleucidas sírio-grega, nós vemos a intervenção de D-us de ambas as maneiras. Sob o comando de Antíoco Epifânio, os seleucidas tinham profanado o Templo de Jerusalém e estavam tentando forçar a observância de leis contrárias à Torah, pelo povo judeu em Israel. Após a reconquista do Templo, os hasmoneanos o purificaram e o restauraram. Todavia, somente um único receptáculo de azeite não contaminado foi encontrado com o selo do Sumo Sacerdote ainda intacto. Era o azeite usado na lâmpada do candelabro, necessário na cerimônia de rededicação do Templo purificado para o culto a D-us. Ao invés de ser consumido num único dia, como era de costume, ele queimou por oito dias completos, enquanto um suprimento novo de azeite puro era preparado. Ficou evidente que este foi um milagre divino, digno de ser lembrado por todas as gerações futuras.
O Talmud focaliza principalmente este milagre do óleo e apenas menciona brevemente a grande vitória militar dos Macabeus. Todavia, o milagre “oculto” da vitória hasmoneana é tão vital e pertinente para nossa geração, quanto foi na época, e continua sendo através dos anos sucessivos da história judaica. É interessante comparar os fatos e situação do conflito Macabeu com os vividos pelo recém criado estado de Israel, e que continua através de guerras subseqüentes até os dias atuais.
Os cinco irmãos Macabeus, liderados por Yehudah, e seu pequeno bando lastimável de judeus eram predominantemente estudiosos da palavra e totalmente inábeis na arte da guerra. Não estavam equipados militarmente e eram em número inferior. Seus adversários eram altamente treinados, experientes, completamente armados e se compunham de legiões equipadas de lutadores de um contingente aparentemente sem fim. Era um ato de coragem e determinação, este pequeno grupo de homens, ousar desafiar seus opressores gregos. O fato de ter vencido, face a tal número de opressores, libertando do jugo pagão e libertando a sua amada terra judia, foi inegavelmente um milagre da intervenção divina
A FESTA DA DEDICAÇÃO
É registrado em João 10:22-30, que Yeshua estava em Jerusalém ensinando no Templo durante a Festa da Dedicação. A palavra hebraica “hannukah” significa “dedicação”. Como Ele falou neste cenário, poderia o conhecimento de Sua crucificação iminente – (quando ofereceria Sua vida como o sacrifício último, perfeito) – ter sido na parte mais avançada de Sua consciência?
O conceito de sacrifício foi claramente ilustrado na auto-dedicação dos Macabeus, que estavam dispostos a dar sua vida para combater as forças de assimilação de sua geração. Isto tem ecoado em muitos judeus, bem como nos mártires cristãos através da história, que desejavam literalmente oferecer suas vidas como sacrifício ao invés de renunciar à Torah, à Palavra Viva, ao D-us verdadeiro. As palavras escritas do Senhor confirmam o mesmo conceito para nós crentes nos dias atuais em Romanos 12:1,2: “apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo...”
Mas, hoje, quem é o Templo do Espírito Santo de D-us? Será que só dedicarmos (consagrarmos) as paredes de nosso Templo e os objetos que nele há seria suficiente para agradar a D-us?
Mas, o que a Palavra diz:...”ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possui por parte de D-us e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a D-us no vosso corpo.” (I Coríntios 6:19,20).
Se Salomão em I Reis 8:63 consagrou a Casa do Senhor, sendo nós a “casa” do Espírito de D-us, não poderíamos fazer o mesmo? Paulo nos exorta a dedicarmo-nos (consagrarmo-nos) ao Senhor sem distração alguma (I Coríntios 7:35). É maravilhoso para nós crentes entendermos a importância de dedicar ou consagrar nosso corpo neste período do ano. Claro, que devemos viver todos os dias do ano consagrados a D-us!
Mas, muitas vezes nos relaxamos e somos contaminados pelas coisas que vêm do mundo. O sistema do mundo é perverso e nos agride de todas as formas. Embora não somos um com ele, vivemos nele. Por esta razão, aproveitamos esta ocasião para declarar frente ao mundo que somos filhos de D-us, e que a nossa “casa“ terrena, nosso corpo, pertence ao Senhor. Que lindo! Paulo diz que o dia que esta “casa” terrena se desfizer, teremos uma casa eterna nos céus e esta não precisará mais de consagração, com certeza. (II Coríntios 5:1)
OS DOIS MILAGRES
No tempo da revolta hasmoneana dos Macabeus contra as forças seleucidas sírio-grega, nós vemos a intervenção de D-us de ambas as maneiras. Sob o comando de Antíoco Epifânio, os seleucidas tinham profanado o Templo de Jerusalém e estavam tentando forçar a observância de leis contrárias à Torah, pelo povo judeu em Israel. Após a reconquista do Templo, os hasmoneanos o purificaram e o restauraram. Todavia, somente um único receptáculo de azeite não contaminado foi encontrado com o selo do Sumo Sacerdote ainda intacto. Era o azeite usado na lâmpada do candelabro, necessário na cerimônia de rededicação do Templo purificado para o culto a D-us. Ao invés de ser consumido num único dia, como era de costume, ele queimou por oito dias completos, enquanto um suprimento novo de azeite puro era preparado. Ficou evidente que este foi um milagre divino, digno de ser lembrado por todas as gerações futuras.
O Talmud focaliza principalmente este milagre do óleo e apenas menciona brevemente a grande vitória militar dos Macabeus. Todavia, o milagre “oculto” da vitória hasmoneana é tão vital e pertinente para nossa geração, quanto foi na época, e continua sendo através dos anos sucessivos da história judaica. É interessante comparar os fatos e situação do conflito Macabeu com os vividos pelo recém criado estado de Israel, e que continua através de guerras subseqüentes até os dias atuais.
Os cinco irmãos Macabeus, liderados por Yehudah, e seu pequeno bando lastimável de judeus eram predominantemente estudiosos da palavra e totalmente inábeis na arte da guerra. Não estavam equipados militarmente e eram em número inferior. Seus adversários eram altamente treinados, experientes, completamente armados e se compunham de legiões equipadas de lutadores de um contingente aparentemente sem fim. Era um ato de coragem e determinação, este pequeno grupo de homens, ousar desafiar seus opressores gregos. O fato de ter vencido, face a tal número de opressores, libertando do jugo pagão e libertando a sua amada terra judia, foi inegavelmente um milagre da intervenção divina
A FESTA DA DEDICAÇÃO
É registrado em João 10:22-30, que Yeshua estava em Jerusalém ensinando no Templo durante a Festa da Dedicação. A palavra hebraica “hannukah” significa “dedicação”. Como Ele falou neste cenário, poderia o conhecimento de Sua crucificação iminente – (quando ofereceria Sua vida como o sacrifício último, perfeito) – ter sido na parte mais avançada de Sua consciência?
O conceito de sacrifício foi claramente ilustrado na auto-dedicação dos Macabeus, que estavam dispostos a dar sua vida para combater as forças de assimilação de sua geração. Isto tem ecoado em muitos judeus, bem como nos mártires cristãos através da história, que desejavam literalmente oferecer suas vidas como sacrifício ao invés de renunciar à Torah, à Palavra Viva, ao D-us verdadeiro. As palavras escritas do Senhor confirmam o mesmo conceito para nós crentes nos dias atuais em Romanos 12:1,2: “apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo...”
Mas, hoje, quem é o Templo do Espírito Santo de D-us? Será que só dedicarmos (consagrarmos) as paredes de nosso Templo e os objetos que nele há seria suficiente para agradar a D-us?
Mas, o que a Palavra diz:...”ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que habita em vós, o qual possui por parte de D-us e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço; glorificai pois a D-us no vosso corpo.” (I Coríntios 6:19,20).
Se Salomão em I Reis 8:63 consagrou a Casa do Senhor, sendo nós a “casa” do Espírito de D-us, não poderíamos fazer o mesmo? Paulo nos exorta a dedicarmo-nos (consagrarmo-nos) ao Senhor sem distração alguma (I Coríntios 7:35). É maravilhoso para nós crentes entendermos a importância de dedicar ou consagrar nosso corpo neste período do ano. Claro, que devemos viver todos os dias do ano consagrados a D-us!
Mas, muitas vezes nos relaxamos e somos contaminados pelas coisas que vêm do mundo. O sistema do mundo é perverso e nos agride de todas as formas. Embora não somos um com ele, vivemos nele. Por esta razão, aproveitamos esta ocasião para declarar frente ao mundo que somos filhos de D-us, e que a nossa “casa“ terrena, nosso corpo, pertence ao Senhor. Que lindo! Paulo diz que o dia que esta “casa” terrena se desfizer, teremos uma casa eterna nos céus e esta não precisará mais de consagração, com certeza. (II Coríntios 5:1)
A FESTA DAS LUZES
Em Hannukah, é costume para aqueles que moram em Israel, caminhar pelas ruas de Jerusalém e descer os becos estreitos de pedra da Velha Cidade, para ver as vacilantes luzes de Hannukah colocadas nas janelas, ou do lado de fora das portas de muitas casas. Estes sinais nunca deixam de aquecer nossos corações! À medida que os dias da celebração correm, uma vela adicional é acesa, a cada tarde, até que na oitava e última noite, há uma temível chama da luz dourada.
Esta é uma lembrança tranqüilizadora da maneira como nosso Pai amoroso revela Seus propósitos para nossas vidas, bem como na história redentora de Israel e do mundo, esta de acordo com uma progressão gradual. Ele nos guia através de Seus tempos e ciclos ordenados de estações, e assim Ele “nos conforma à imagem de Seu filho”, e ao permitirmos que a vida de Yeshua flua através de nós, nos tornamos conscientes do fruto do Espírito crescendo em nossas vidas. Gradualmente aprendemos a permitir Sua luz brilhar mais e mais no “auto-controle, humildade, fé, bondade e misericórdia, longanimidade, paciência, paz e alegria”, só iluminadas por Seu amor. Assim como a lâmpada central do candelabro Hannukah, “Shamash”, “Servo”, é usada para acender as outras – assim Seu amor é o centro de toda a obra do Espírito em nossas vidas (Gálatas 5:22). Só poderemos brilhar se refletirmos a luz de Yeshua e, sobretudo, produzirmos o fruto do Espírito, o caráter dEle. Imbuído deste Espírito, feliz Hanukkah!
Escrito por Marcelo M. Guimarães