quinta-feira, 6 de outubro de 2011

YOM KIPPUR


"YOM KIPPUR" – 2ª Parte

"O DIA DA EXPIAÇÃO"

Lev. 16:1-34

Deus avisou Moisés que Arão, o sumo sacerdote, não pudesse entrar no santuário – dentro do véu , senão uma vez por ano só, no dia 10 de Tishri, para sacrificar para ele mesmo, sua casa, para o lugar santo, para o tabernáculo da congregação, para o altar e para o povo de Israel. Levaria a pena de morte se entra-se noutro templo.

Os sacrifícios.

O sacerdote entrou com:

  1. um novilho (oferta para pecado). Lev. 16:3.
  2. Um carneiro (oferta para holocausto).

O sacerdote foi vestido com vestes sagradas: Lev. 16:4

  1. Uma túnica de linho.
  2. Calças de linho.
  3. Cinto de linho.
  4. A mitra de linho.

A congregação trouxe:

  1. Um bode para o Senhor (oferta para pecado). Lev. 16:5.
  2. Um bode emissário.
  3. Um carneiro. (oferta para holocausto).

O sumo sacerdote depois de:

  1. Sacrificar para si mesmo, um novilho e para sua casa.
  2. Tomou os dois bodes e pus perante o Senhor na porta da tenta da congregação. Lev. 16:7.
  3. Lançou sorte sobre os bodes. Lev. 16:8
  1. uma para o Senhor
  2. outra para o bode emissário.
  1. Sacrificou o bode sobre o qual caiu a sorte do Senhor.
  2. Apresentou outro bode perante o Senhor para fazer expiação por meio dele e o enviou ao deserto como bode emissário.

Tipologia do Dia da Expiação:

  1. O Sumo Sacerdote.
  2. Os dois bodes

Tudo tipificou a obra da redenção pelo Senhor Jesus:

  1. Tudo foi feito pelo sumo sacerdote sozinho, não pelo povo. O povo havia apenas de trazer o sacrifício. Heb. 1:3; Mat. 26:47-50; Mat. 27:24-25.
  2. O bode sacrificado representava o Messias no aspecto da sua morte que vindica a santidade e a justiça de Deus que exige a penalidade de pecado através da Lei. Rom. 3:24-26.
  3. O bode solto tipifica aquele aspecto da obra do Messias e da redenção que leva embora os nossos pecados, tirando-os de uma vez por todas. Heb. 9:26; Rom. 8:33-34.
  4. O sumo sacerdote entrando no Santo dos Santos tipificava, o Messias entrando nos céus com seu próprio sangue por nós. Agora, o trono do julgamento é o torno de graça aos crentes verdadeiros. Hebr. 9:11-12; 4:16.
  5. Os sacerdotes do N.T. tem o que Israel nunca tinham. A entrada é livre ao torno da graça. O véu foi resgatado; pelo sangue do Messias podemos entrar no Santo dos Santos com intrepidez. Heb. 10:9-10 e 19-22; 4:14-16; Mat. 27:5.

Os sacrifícios dos animais também tipificam a obra do Messias:

  1. Eram substitutivas.
  2. A lei não foi evitada, mas cumprida.
  3. O animal havia de ser sem mancha, limpo.
  4. O sacrifício era uma promessa que o pecado seria perdoado e o e teria comunhão com Deus.
  • O Messias foi sacrificado por nós, sua morte era substitucionária e expiatória.
  • O Messias cumpriu a Lei e pagou a penalidade da Lei.
  • O Messias sem mancha nunca pecou, e é perfeito.
  • O Messias dá perdão de uma vez por todas e nos dá comunhão eterna com Deus.

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