terça-feira, 26 de março de 2013

CHAG PESSACH SAMEACH




PESSACH - O Sacrifício do Cordeiro

Como apresentar o sacrifício do cordeiro, HOJE?

Na meditação apresentada nestes últimos dias, deixamos em suspenso um problema relacionado com a comemoração da PÁSCOA.

Na TORÁ o Eterno determina que o sacrifício da Páscoa somente deveria ser realizado no templo da cidade eterna - IERUSHALAYIM.

Todavia, no ano 70 da era comum, nosso templo foi destruído pelas forças do Marechal Tito, do império romano. Desde lá até agora, nunca pudemos reconstruir o templo, nem mesmo após a retomada de Jerusálem em 1967, pois o LUGAR do templo está ocupado indevidamente e, desde então, como comemorar PESSACH sem o sangue do cordeiro?

Passo a transcrever o testemunho de um israelita que, examinando as Escrituras, encontrou resposta para esse problema. 

"Era primavera em São Francisco. Acabava de ser aberto um parlamento entre judeus e goyim, isto é, não judeus. Um idoso cavalheiro judeu disse: "Vossas casas terão de ser limpas de fermento; comereis pães ázimos e o cordeiro assado; ireis à Sinagoga e executareis o ritual e as regras do Talmude.

Mas vós vos esqueceis, meus irmãos, de que tendes tudo, exceto aquilo que o Eterno requer em primeiro lugar. Ele não disse: Quando vir vossas casas limpas do fermento ou quando vos vir comendo os pães ázimos e o cordeiro, ou quando fordes à Sinagoga! Sua Palavra diz: "Verei o sangue, e saltarei sobre vós."

Ah! Meus irmãos, vós não podeis substituí-lo. Precisais do sangue. Sim.

O SANGUE DO CORDEIRO!

Desde criança aprendi a ler a Lei, os Salmos e os Profetas, freqüentar a Sinagoga e estudar o hebraico. Quanto mais estudava a Lei, mais ressaltava a importância que o SANGUE tinha em todas as cerimônias ali descritas e, igualmente, impressionava-me a completa ausência dele no ritual que eu conhecia. Lia e relia Êxodo 12 e Levítico 16 e 17; e especialmente estes últimos capítulos faziam-me tremer, quando eu pensava no grande Dia da Expiação e na importância do sangue ali derramado. Dia e noite um versículo soava em meus ouvidos. "O sangue é que fará expiação". (Levítico 17:11).

E NÃO HAVIA O SANGUE DO CORDEIRO

Algo me dizia que a Lei não fora alterada, ainda que o templo tivesse sido destruído. Nada além do sangue poderia expiar pelas nossas almas. Não nos atrevíamos a derramar o sangue da expiação fora do lugar que o Eterno escolhera. E, por isso, tínhamos sido deixados sem expiação nenhuma. O pensamento me enchia de horror. Onde eu poderia encontrar o sangue da expiação?

Uma noite, vi um anúncio de uma reunião para judeus. A curiosidade me fez entrar ali e então ouvi um homem dizer: "O sangue de YESHUA-HAMASHIACH BEN DAVID - o Messias, Filho de Davi, nos purifica de todo o pecado. 

Ouvi com a respiração suspensa o pregador dizer que o HASHEM tinha declarado: que sem derramamento de sangue do cordeiro não há remissão dos pecados, e que o Eterno providenciou para Si o Cordeiro para morrer, como fez com Abraão e Isaque no Monte Moriá."

Caro amigo. Esse Cordeiro está profetizado em Isaías 53, do qual destaco os versos 7 e 8.

Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro... foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo foi ele ferido. 

Artigo extraído do site da MBM (Missão Brasileira Messiânica).


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